Matéria de Fernanda Cordeiro para o site Panrotas.com.br – 08 abr. 2016, 09h51

Caminhar ou escalar vulcões não está na lista de passeios turísticos de muitas pessoas. O que é uma pena, já que várias cavidades vulcânicas oferecem este tipo de serviço, e os que chegam lá em cima garantem que a vista vale a pena.

Parque Nacional dos Vulcões do Havaí – Havaí
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O parque, um dos mais famosos do Havaí, possui cinco vulcões. O Old Faithful é um gêiser ativo do local e suas erupções de água quente duram cerca de 90 minutos. Para chegar até o topo, os visitantes precisam andar cerca de 17 quilômetros. A trilha que leva até o lago de lava – já seco – do Kilauea Iki tem pouco mais de seis quilômetros de extensão e passa pelo meio de uma floresta até chegar perto da cratera cinzenta.

Etna – Itália
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Este é o maior e mais ativo vulcão da Europa. Tanto que sua última erupção aconteceu em dezembro de 2015. Apesar disso, muitas pessoas querem escalar o local. Teleféricos levam os turistas mais aventureiros até a metade do caminho. De lá, eles seguem de carro por um trilha até o ponto em que são realmente obrigados a escalar para chegar no topo do Etna.

Eyjafjallajökull – Islândia
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Apesar de ser um dos menores vulcões da Islândia, os danos que ele pode causar já são conhecidos por muitos. Quando entrou em erupção em abril de 2010, o Eyjafjallajökull foi o responsável por atrasar voos no mundo inteiro. A caminhada até o topo demora até quatro horas e, durante a subida, as formações esculpidsa pela lava chamam atenção.

Copotaxi – Equador
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Este é o principal vulcão da Avenida dos Vulcões no Equador. A 5.897 metros de altitude, o Copotaxi teve a última erupção em agosto de 2015. Para chegar até o topo do vulcão são dois dias de caminhada. Lá do alto, além de observar a paisagem, os turistas mais radicais podem praticar o moutain bike.

Rinjani – Indonésia
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O Rinjani é o segundo vulcão mais alto do país. E para chegar até seu topo é preciso disposição. A jornada começa com uma subida pelo Plawangan II, uma cadeia de rochas e terreno vulcânico. Quando terminada a caminhada, os visitantes descansam por parte da noite e são acordados no meio da madrugada para continuar a subida. A ideia é chegar no topo do Rinjani antes do pôr do sol, para que se possa apreciar todos os detalhes e ter uma vista privilegiada da região.

Pacaya – Guatemala
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A última vez que o Pacaya entrou em erupção foi em junho de 2015. Antes, os organizadores do Pacaya Volcano National Park permitiam que os visitantes andassem por toda a extensão do vulcão. No entanto, um desses passeios incluiam andar sob a lava da região que sempre entrou em erupção. Por razões de segurança, esse passeio foi cancelado e agora os turistas podem andar por todas as outras as regiões do vulcão e até ver a lava de perto, mas sem pisar nela.

Poás Vulcão – Costa Rica
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Este é um daqueles vulcões que tem duas crateras principais no topo. A última erupção aconteceu em 2011. A caminhada até o topo do maior vulcão ativo do mundo é rápida, em no máximo 15 minutos, partindo de uma estrada do Poas Volcano National Park, os visitantes chegam ao deque de observação. Lá do alto, é possível ver a paisagem do parque e ainda admirar um lago que se formou em uma das crateras da cidade vulcânica.

Villarrica – Chile
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A escalada até o topo do Villarrica é considerada uma das mais difíceis. Este vulcão, que é um dos mais ativos do mundo, entrou em erupção pela última vez em março de 2015. O Villarrica é um dos poucos do mundo que possuem um lago de lava visível dentro de sua cavidade. Para chegar ao topo, é sempre recomendado fazer o passeio acompanhado de um guia, para garantir a segurança. Também é possível chegar de bicicleta no alto do Villarrica.

 

Fonte: http://www.panrotas.com.br/noticia-turismo/destinos/2016/04/oito-vulc-otildees-ativos-para-escalar-nbspao-redor-do-mundo_124830.html?newsletter